Por que devo parar de comer carne?

23 12 2010

***Crescemos comendo carne, e sem saber o porque de estar ingerindo. Fazemos porque os outros fazem, e para nós isso acaba sendo uma coisa certa e obrigatória. Mas depois que crescemos e começamos a ter o real sentido e significado das coisas, percebemos que somos o que fazemos. Há inúmeros motivos para parar de comer carne, tanto para ajudar no combate a morte dos animais, como para o meio ambiente, e para sua saúde em geral. Veja essa matéria muito interessante!

Desde criança aprendemos que não podemos viver sem as carnes devido ao seu alto teor protéico, sem ela o corpo “enfraquece ” até chegar a desnutrição, mas o que acontece é que milhares de pessoas conseguiram viver, e viver muito bem sem precisar sacrificar animais para se alimentar, exemplo disso é o Mahatma Gandhi, pacifista e homens inteligentes como Sócrates e Einsten. Não quero negar o valor nutritivo desse alimento porém o mal que faz é muito maior, veja porquê :

– É um animal desvitalizado, pois está morto, sem energia vital.

– O excesso de proteína é de baixo valor biológico, devido ao longo congelamento.

– Seu excesso de gordura saturada, provoca colesterol, porque não se dissolve no nosso sangue, ficam depositadas nas paredes, enrijecendo e vão contribuir na arteriosclerose.

– Antibióticos, proveniente das rações químicas, causam resistência bacteriana.

– Contém vacinas, resíduos de pesticidas, drogas alopáticas variadas, outros remédios além de DDT devido a ração, forração e carapaticidas.

– Hormônios sintéticos para aumentar a produção do leite como o dietiletilobestrol, hormônio feminino, provocando antecipação da menstruação e excesso de pêlos nas garotas. E nos garotos crescem seios e ficam afeminados.

– Contém ácido único, principalmente nas víceras, toxinas como escatol, fenol, istamina, putrescina, cadaverina, nitrosaminas, nitritos e nitratos (cancerígeno); sulfato de sódio para dar cor e aspecto “saudável” nos açougues; salitre, para conservar e outros conservantes químicos como formol, adrenalina, adrenocomo e adrenolutina devido o abate; chumbo, embora em pequenas quantidades, devido a proximidade dos pastos com estradas; solitárias – tênia saginata que é um verme intestinal perigoso ; bactérias e vírus diversos; brucelose, tuberculose bovina, humores plasmáticos bovinos; substâncias linfocitárias, alergenos, antigenos, benzoqureno ( l kg. De carne é igual a fumar 600 cigarros. Segundo o nutricionista mineiro Wilson Camargo, pós graduado em engenharia biorgânica pelo Instituto Finhorn (Escócia). A fumaça da gordura que sai de um único bife contém tanto benzopireno quanto a fumaça de 600 cigarros – trinta maços) .

– Como nossos intestinos são muito compridos (as carnes levam em média 6 horas para serem digeridas) acabam gerando reações químicas de putrefação dentro dele, provocando gases, que fatalmente irão intoxicar o organismo, além de provocar alterações na fabricação de enzimas.

A carne e os nutrientes

Há uma diminuição do cálcio no consumo excessivo da proteína, provocando dentes fracos e mais tarde a osteoporose. Está provado que o excesso de proteína cárnea não aumenta o rendimento físico. O trabalho muscular aumenta o teor de ácido lático ( fruto da degradação incompleta da glicose) nos tecidos, aumentando a fadiga, esse ácido deverá ser neutralizado com substâncias alcalinizastes ( frutas e verduras). A carne é uma substância acidificante e por isso aumenta o cansaço. É pobre em vitaminas ( exceto B6 que é essencial para o seu metabolismo ) e em minerais que são fatores alcalinizantes. Pobre em fibras, a “vassoura” do intestino grosso, sem elas os resíduos das fezes vão se acumulando aí, putrefando, gerando gases, toxinas, divertículos e mais tarde qualquer inflamação tipo diverticulite, colite etc. além da prisão de ventre.

A carne e iridologia

Quando olhamos a íris de uma pessoa, fica claro que toda doença nasce no intestino para depois ir para outras partes do corpo, mesmo que para o doente aparentemente não esteja demonstrando isso. E, ao limpar o corpo, começa também na área intestinal para depois chegar no órgão onde a doença está manifestada. Na íris é possível perceber também se há falta de vitaminas e minerais, assim como tendências a ter colesterol, excesso de ácido úrico, etc.

Você ainda vai comer carne??

A carne vem acompanhada de substâncias tóxicas, frutos do metabolismo do animal quando ainda vivo (uréia – xixi – ácido láctico – ) , liberados no momento da morte (histemia, adrenalina) ou produtos de putrefação (fezes – suor), iniciada logo após a morte. Vem acompanhadas de gorduras saturadas, provocando males coronários, câncer de intestino grosso, seios, pâncreas, próstata etc. O ser vivo necessita de ambiente adequado onde encontre alimentação, clima, habitat, no caso das bactérias do cólon o “PH” é ácido, já o sangue necessita de meio alcalino. A carne gera temperatura alta ( inadequada), sangue ácido, intestino alcalino, consequentemente deixando as bactérias acidófilas com fome, gerando outras não acidófilas que aí encontrarão “PH”adequado para se desenvolver alterando a flora intestinal. Existem demonstrações que portadores de câncer de cólon tem uma flora intestinal diferente dos não portadores, com excesso de clostridium paraputrificum e aumentos de substâncias carciongenéticas (que provocam câncer) nas fezes. Agora me diz Vale à pena comer carne? Dizer que é gostoso e dá prazer até parece conversa de drogado e toda droga gera vício estimulando ainda a ingestão de outras drogas como cigarro, álcool, muito sal, etc. As papilas gustativas acostumam a determinado paladar mas a readaptação é possível e gratificante, descobre – se outros prazeres, não violentos mas desintoxicantes, em vez de dependência gerará liberdade, dizer que não consegue é estar numa escravidão, então :

SEJA LIVRE . NÃO USE DROGAS !!!

Suzete é Naturopata, Iridóloga e Instrutora dos Exercícios Visuais. Autora do livro: Cuide de Seus Olhos
Contato: suzete@saudeintegral.com
Sites: http://www.saudeintegral.com, http://www.iridologiasp.com.br e http://www.metodobates.com.br

Bibliografia:

http://www.saudeintegral.com/artigos/por-que-nao-comer-carne.html
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Conheça o significado das cores dos alimentos que você ingere!

23 12 2010

***Gente, ontem fui no médico de joelho, e tinha inúmeras revistas de vegetarianos em cima da cômoda na sala de espera. Nossa, fiz a festa! Comecei a ler tudooo! E achei uma matéria muito interessante, que me lembrou de postar aqui para vocês se informarem do quanto é maravilhoso as frutas, as leguminosas e verduras fazem tão bem a saúde, tanto para nós quanto para os animais. Por isso Deus nos deixou tão rica variedade! Veja a importância de comer aquele prato de comida colorido diariamente!!


Introdução

As cores dos alimentos são determinadas pela presença dos pigmentos. Estas substâncias, além de colorir, desempenham, frequentemente, papéis importantes na prevenção e na proteção do organismo contra doenças infecciosas.

Uma dieta colorida tem mais chances de ser mais saudável. Veja a seguir o que está por trás das cores dos alimentos.

Alimentos Brancos

Os alimentos de cores brancas como o leite, queijo, couve-flor, batata, arroz, cogumelo, feijão-branco e banana são as melhores fontes de cálcio e de potássio. Estes minerais são importantes para o funcionamento do organismo, porque:

1. Contribuem na formação e manutenção dos ossos.

2. Ajudam na regulação dos batimentos cardíacos.

3. São fundamentais para funcionamento do sistema nervoso e dos músculos.

Alimentos Vermelhos

O licopeno é uma substância que age como antioxidante e é responsável pela cor vermelha do morango, tomate, melancia, caqui, goiaba vermelha, framboesa, cereja. Mais recentemente foi apontado como um protetor eficaz contra o aparecimento de câncer de próstata. Os alimentos vermelhos contêm, ainda, antocianina que estimula a circulação sangüínea.

Alimentos Amarelos

O mamão, a cenoura, a manga, a laranja, a abóbora, o pêssego e o damasco são alimentos de cores amarela ou alaranjada que são ricos em vitamina B-3 e ácido clorogênico.

São substâncias que mantêm o sistema nervoso saudável e ajudam a prevenir o câncer de mama. Para completar, eles também possuem beta-caroteno, um antioxidante que ajuda a proteger o coração.

Alimentos Arroxeados

Os alimentos azulados e arroxeados, como a uva, a ameixa, o figo, a beterraba ou repolho-roxo contêm ácido elágico, substância que:

1. Retarda o envelhecimento.

2. Neutraliza as substâncias cancerígenas antes mesmo delas alterarem o código genético

Alimentos Verdes

Os alimentos de cor verde como os vegetais folhosos, o pimentão, o salsão e as ervas contêm clorofila e vitamina A, substâncias com os seguintes efeitos:

1. Desintoxicam as células.

2. Inibem os radicais livres — substâncias que danificam as células e causam doenças com o passar do tempo.

3. Tem efeito anticancerígeno e ajudam a proteger o coração.

4. Protegem o cabelo e a pele.

Alimentos Marrons

As fibras e vitaminas do complexo B e E são, principalmente, encontradas nas nozes, aveia, castanhas e cereais integrais, que por sua vez tem uma cor marrom. Tais substâncias e nutrientes têm importâncias vitais no organismo:

1. Melhoram o funcionamento do intestino.

2. Combatem a ansiedade e a depressão.

3. Previnem o câncer e as doenças cardiovasculares.

Bibliografia:

http://www.mulherdeclasse.com.br/significado_das_cores_dos_alimen.htm
http://www.bebaleite.com.br




Tudo sobre a Chuva!

21 12 2010

***Oii amigos, fiz uma pesquisa bem bacana para vocês que estão na escola estudando sobre esses fenômenos naturais misteriosos! E como amoooo chuva, acho uma das coisas mais ricas que Deus fez, para nos matar a sede, regar as plantas e árvores, proporcionar rios, lagos, molhar enfim a terra seca, é lindo tudo isso! Leiam quem pesquisa na escola e leiam quem tem curiosidade de saber como se forma essa criação divina.

Como se forma a chuva?

A energia que faz a chuva vem do sol. Esquenta e ilumina o planeta provocando evaporação das águas, fotossíntese e evapotranspiração das plantas, etc. Esta umidade vai sendo acumulada no ar.

A simples existência do calor do sol provoca movimentação das massas de ar formando alguns tipos de ventos, e a radiação solar diferenciada pelo giro da terra forma outros, que se misturam e interagem.

Uma quantidade imensa de água paira invisível sobre nossas cabeças.

Está em toda parte, inclusive entre seus olhos e a tela do seu computador.

Entra e sai de nossas narinas, etc..

Esta água é denominada umidade relativa do ar.

É ela que, sob certas circunstâncias, forma nuvens e depois cai sob a forma de chuva. Leia abaixo!

A umidade relativa do ar

A umidade do ar é dita relativa, porque se relaciona com a temperatura do ar. Isto se dá de forma diretamente proporcional, ou seja:

Quanto maior a temperatura do ar, maior sua capacidade de conter umidade.

É fácil percebermos se está alta ou baixa, pendurando roupa úmida no varal, à sombra.

Se a roupa secar logo, é porque “coube” facilmente mais umidade no ar, ou seja, o ar estava com baixa umidade relativa.

É importante considerar a velocidade do vento, que quanto maior, tanto mais renova o ar que passa imediatamente próxima ao tecido, apressando a evaporação da água.

Aparelho usado na medição de umidade relativa do ar

Um dos aparelhos utilizados para medir a umidade relativa, a que dá-se o nome de psicrômetro, consta simplesmente de dois termômetros iguais, mas um deles tem um cadarço úmido envolvendo o seu bulbo. (A outra ponta do cadarço está num pequeno vaso com água, para que todo o cadarço permaneça úmido).

Seu princípio físico de funcionamento é mais ou menos assim: quando a água vai evaporando do cadarço, passa de estado líquido (do cadarço) para o estado gasoso (para o ar). Nesta passagem de estado, há um consumo de energia térmica.

Este mesmo processo é utilizado por algumas espécies de animais, para que possam perder calor, o que chamamos comumente de suor.

Para se saber então, a umidade relativa do ar naquele momento, basta que se tome a diferença de temperatura entre os dois termômetros, e se confira o resultado em uma tabela pré-estabelecida que relaciona a temperatura com a umidade.

Daí, obtemos a chamada Umidade Relativa do Ar.

E a formação das nuvens?

As nuvens se formam pela perda da capacidade do ar de conter umidade. Isto ocorre normalmente, quando massas de ar que estão com alta umidade relativa, sofrem resfriamento.

Na atmosfera, isto se dá normalmente pela elevação destas massa de ar. Ao subir, o ar vai se expandindo pela diminuição da pressão atmosférica. Esta expansão, desconcentra calor, resfriando-o. À medida que o ar vai se resfriando, ele vai perdendo a capacidade de conter umidade, ou seja, sua umidade relativa vai aumentando até chegar a 100% da sua capacidade. Daí para frente, a umidade começa a aparecer sob a forma de pequenas gotículas de água que pairam no ar, levadas pelos ventos.

Quando o fenômeno ocorre a certa altura, chamamos de nuvem, quando está próximo do chão, chamamos de neblina, serração, névoa, etc..

Se o processo continuar se intensificando, haverá a precipitação da umidade em forma de chuva.

Os tipos de chuvas

É muito simples identificar os tipos de chuvas, e prever sua ação e duração.

Veja a seguir: A elevação das massa de ar, na América do Sul, ocorrem comumente de três formas, as quais originam os três tipos básicos de chuva que são eles:

Chuva Convectiva

Características

Típica chuva de verão, com grande intensidade e curta duração (é menos comum no inverno). Pode produzir ventos locais e muitos raios. Ocorre pela formação de “corredores” verticais de ar, provocados pela elevação de massas de ar quente.

Como se forma?

Quando o sol aquece a terra, formam-se células convectivas. Estas células são imensas massas de ar aquecido na superfície da terra, que iniciam uma subida em algum local.

Esta subida tende a puxar para cima mais ar aquecido da superfície da terra. O ar aquecido que está subindo empurra para cima e para os lados o ar que está acima dele. Acelera-se o processo como numa ampla e gigantesca chaminé.

Por isto, estas nuvens tem um formato típico de cogumelo. São muito grandes, podendo ter dezenas de quilômetros de diâmetro, e vários quilômetros de altura.

Podem ocorrer isoladas (com céu azul em volta), o que é facilmente observado por pessoa que não esteja sob a imensa nuvem.

Quando o processo produz nuvens muito altas e de grande energia cinética, criam ambiente ideal para formação de granizo.

Apresentam grande atividade elétrica interna, com infinidades de raios e violentos ventos verticais e turbulências diversas. São um enorme perigo para aeronaves.

Podem produzir grandes diferenças de potencial elétrico com a terra, possibilitando intensa ocorrência de raios.

É uma nuvem muito sonora e relampagueante.

Chuva Frontal

Características

É uma chuva de menor intensidade, com pingos menores, e de longa duração. Pode ocorrer por vários dias, apresentando pausas e chuviscos entre fases mais intensas.

Na metade sudeste do continente, pode ocorrer em qualquer época do ano, mas tem maior duração nos meses frios, quando os fenômenos atmosféricos são menos intensos.

Pode produzir ventos fortes e grande quantidade de raios. Ocorre em uma imensa área simultaneamente.

Como se forma?

Ocorre pelo encontro de duas grandes massa de ar. Uma quente e úmida, estacionária ou vinda do quadrante norte, outra fria, vinda do quadrante sul.

A frente fria, mais densa, entra por baixo, levando para cima a massa de ar quente.

Quando esta massa de ar quente possui elevada umidade relativa, a chuva é iminente.

A intensidade dos fenômenos (chuvas, ventos, raios), depende da intensidade dos elementos envolvidos (velocidade dos deslocamentos, umidade e temperatura das massas de ar). Frentes frias ocorrem comumente a cada 6 a 8 dias, e poderão ou não provocar chuva.

Chuva Orográfica

Características

Ocorre quando uma nuvem encontra um alto obstáculo em seu caminho, como uma grande elevação do terreno, cadeia de morros, serra, etc.

Como se forma?

Para a massa de ar transpor o obstáculo, é forçada a subir. Aí ocorre aquela velha história: ar que sobe é ar que se expande pela menor pressão atmosférica, e ar que se expande é ar que “dilui” calor. Massa de ar que perde calor, perde junto a capacidade de conter umidade, o que gera nuvens e em segmento, chuva. Daí a grande incidência de nebulosidade e chuvas, muitas vezes torrenciais, nas altas encostas dos morros.

Estas nuvens podem provocar tempestades elétricas perigosas, pela proximidade da terra com as nuvens, sobretudo quando ocorre juntamente com outro tipo de chuva (frontal, convectiva).

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***Mas também as chuvas causam estragos a partir da interferência humana na natureza. São as famosas ENCHENTES que hoje é nossa realidade e também vemos direto em noticiários de TV, causando mortes e destruição nas cidades. Mas aí o povo reclama até num querer mais sobre isso, mas não entende que a água da chuva deve ser absorvida pelo solo de terra, onde hoje tem asfalto, pedras, lixo, edifícios, casas, tudo está cobrindo e impedindo essa absorção. Então minha gente, sinto lhes dizer que a natureza é sábia, e nós que fomos irracionais nesse sentido, em pegar o lugar dela, e fazer um mundinho nosso. Ela continua seu ciclo não importando quem esteja a sua frente…Leia!


Enchentes

Todos os anos é a mesma coisa na época das chuvas de verão. As regiões metropolitanas das grandes cidades enfrentam as enchentes que desabrigam milhares de pessoas, além de ferir e até matar outras tantas. Normalmente os maiores prejudicados são as pessoas pobres da periferia que não possuem condições seguras e ideais de moradia, estando a mercê das precárias condições urbanísticas da cidade.

As enchentes são calamidades naturais ou não que ocorrem quando um leito natural recebe um volume de água superior ao que pode comportar resultando em transbordamentos. Pode ocorrer em lagos, rios, córregos, mares e oceanos devido a chuvas fortes e contínuas. São consideradas, entre as catástrofes naturais, as que mais danos causam à saúde da população e ao patrimônio, com elevada morbimortalidade, em decorrência do efeito direto das inundações e das doenças infecciosas secundárias aos transtornos nos sistemas de água e saneamento.

Com a chegada da estação das chuvas, cresce a preocupação sobre o aparecimento de doenças, sobretudo as transmitidas por água, alimentos,  vetores, reservatórios  e animais peçonhentos. Este fato gera a necessidade de intensificação das ações de vigilância em saúde de forma oportuna, coordenada e articulada com outros setores e com base em dados para a tomada de decisões.
As enchentes, nos dias de hoje, são resultado de um longo processo de modificação e desestabilização da natureza por forças humanas, que acompanha o crescimento rápido e não planejado da maior parte das cidades.

Antigamente, as várzeas (margens dos rios) faziam o controle natural da água. O solo ribeirinho era preparado para ser inundado nas épocas de cheia, absorvia boa parte da água que transbordava e utilizava seus nutrientes. Hoje, quase todas as várzeas nas áreas urbanas se encontram ocupadas. Também uma imensa área às margens dos rios foi impermeabilizada pelo concreto, o que aumenta o volume de água a ser escoado.
Em áreas rurais ocorre com menos freqüência, pois o solo bem como a vegetação se compromete a fazer a evacuação da água pela sucção da mesma provocando menores prejuízos. Normalmente ocorre com menos força não atingindo consideráveis alturas que provocariam a perda de alimentos armazenados, de máquinas e outros objetos. Já nas áreas urbanas, ocorre com maior freqüência e força trazendo grandes prejuízos. Acontece pela interferência humana deixando assim de ser uma calamidade natural. A interferência humana ocorre em vários estágios começando pela fundação de cidades em limites de rios, pelas alterações realizadas em bacias hidrográficas, pelas construções mal projetadas de diques, bueiros e outros responsáveis pela evacuação das águas e ainda pelo depósito errôneo de lixo em vias públicas que, com a força das águas, são arrastados causando o entupimento dos locais de escoamento de água (bueiros e galerias).

Principais causas das enchentes:

– alto índice pluviométrico da região;

– desmatamento;

– assoreamento do leito dos rios;

– retificação dos rios. Na natureza, os rios com considerável volume de água são curvilíneos, ou seja, caminham como uma serpente. Esse trajeto diminui de forma considerável a velocidade da água. Retificá-lo significa aumentar sua velocidade, o que agrava a situação nos pontos de estrangulamento (conversão de águas);

– alto grau de impermeabilização do solo pela malha asfáltica e de concreto;

– ocupação desordenada e crescimento populacional de migrantes;

– alto grau de pobreza da periferia da cidade, o que impossibilita as pessoas terem recursos para destinar o lixo, por exemplo;

– falta de consciência e educação ambiental dos administradores e da população em geral;

– omissão do Poder Público na gestão urbana e falta de saneamento básico adequado.

As enchentes, na maioria das vezes, ocorrem como conseqüência da ação humana.
Das dificuldades que uma enchente provoca podemos destacar:

– Perda de vidas;

– Abandono dos lares inundados;

– Perda de materiais, objetos e móveis encharcados ou arrastados pelas águas;

– Contaminação da água por produtos tóxicos;

– Contaminação da água com agentes patológicos que provocam doenças como amebíase, cólera, febre amarela, hepatite A, malária, poliomielite, salmonelose, teníase, leptospirose, entre outras;

– Contaminação de alimentos pelos mesmos agentes patológicos acima citados;

– Interrupção da atividade econômica das áreas inundadas.

As áreas urbanas são mais propícias a enchentes porque o solo dessas regiões são impedidos pelo asfalto e outros tipos de pavimentações de absorverem a água e também pela falta de vegetação ou pouca vegetação que contribui com a absorção da água.
Podemos destacar as duas principais formas de inundações:

Inundações de áreas ribeirinhas – os rios geralmente possuem dois leitos, o leito menor onde a água escoa na maioria do tempo e o leito maior, que é inundado em média a cada 2 anos. O impacto devido à inundação ocorre quando a população ocupa o leito maior do rio, ficando sujeita às enchentes;

Inundações devido à urbanização – as enchentes aumentam a sua freqüência e magnitude devido à ocupação do solo com superfícies impermeáveis e rede de condutos de escoamentos. O desenvolvimento urbano pode também produzir obstruções ao escoamento como aterros e pontes, drenagens inadequadas e obstruções ao escoamento junto a condutos e assoreamentos. Ocorrem, principalmente, pelo processo natural no qual o rio ocupa o seu leito maior, de acordo com os eventos chuvosos extremos, em média com tempo de retorno superior a dois anos (ultimamente este tempo tem diminuído). Normalmente ocorre em grandes bacias (> 500 km2), sendo decorrência de processo natural do ciclo hidrológico. Os impactos sobre a população são causados, principalmente, pela ocupação inadequada do espaço urbano. Essas condições ocorrem, em geral, devido às seguintes ações: como, a existência de loteamentos em áreas de risco de inundação; invasão de áreas ribeirinhas principalmente pela população de baixa renda; ocupação de áreas de médio risco, que são atingidas com freqüência menor, mas que quando o são, sofrem prejuízos significativos.

O que fazer para diminuir as enchentes?

Para impedir ou diminuir os efeitos das enchentes e que inúmeras famílias percam seus patrimônios, pode-se construir barragens e reservatórios em áreas de maior risco, bueiros, diques e piscinões espalhados pela cidade com sua abertura protegida para impedir a entrada de resíduos sólidos, além de se promover a conscientização da população para que não deposite lixo nas vias públicas e leitos de rios, lagos e represas. Outras ações também são importantes para se minimizar os efeitos das enchentes, entre elas a regulamentação e fiscalização por meio do poder público do uso do solo, limitando a ocupação de áreas inundáveis a usos que não impeçam o armazenamento natural da água pelo solo e que sofram pequenos danos em caso de inundação. Esse zoneamento pode ser utilizado para promover usos produtivos e menos sujeitos a danos, permitindo a manutenção de áreas de uso social, como áreas livres no centro das cidades, reflorestamento, e certos tipos de uso recreacional.

Resumindo, para minimizar o problema:
– manutenção das áreas verdes existentes e preservação das áreas de preservação permanente;

– criação de novas áreas verdes para aumentar a permeabilização;

– construir represas, diques e piscinões, substituindo uma das funções das antigas várzeas, que é aliviar o quadro de inundações nos picos de cheia. Essas estruturas captam a água que ficaria empoçada na cidade, despejando-a pouco a pouco nos rios;

– assistir a grande massa de pobres da periferia, melhorando o saneamento básico e garantindo a coleta de resíduos sólidos;

– implementar programa de limpeza intensiva de bueiros e galerias entupidos com lixo jogado pela própria população;

– estimular a educação ambiental nos órgãos públicos, entidades particulares e escolas;

– estreitar o relacionamento entre o Poder Público e as associações de bairro;

– levantar e definir os locais problemáticos em termos de enchentes e criar mecanismos técnicos mais eficazes para a vazão da água;

– elaborar o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano e o Plano Diretor de Drenagem Urbana, estabelecendo os índices de ocupação do solo e os parâmetros para a macrodrenagem urbana;

– elaborar e implementar plano de contingência e programa de combate a inundações;

– impedir o acesso de carros e pessoas nos locais críticos nos momentos de grandes precipitações pluviométricas;

– manter o Poder Público em sintonia com o serviço de meteorologia.

***Bom gente, para finalizar, queria dizer que na minha cidade ocorreu uma enchente das bravas a umas semanas atrás. Fato histórico, pois nunca houve algo assim por lá! Isso mostra o quanto a urbanização atrabalha no percurso da água. E fica aí um vídeo sobre como anda a situação! Beijos e até a próxima!

Bibliografia:

http://www.cepen.com.br
http://www.vivaterra.org.br/vivaterra_enchentes.htm




Os 10 mitos mais comuns entre donos de cães:

20 12 2010

1.    Nariz quente e seco é sinal de que o cão esta doente…
Ao longo do dia, o nariz de cães e gatos pode estar úmido e frio em um momento e mais quente e seco em outro. Essas variações na ausência de outros sintomas é totalmente normal. Doenças são mais comumente indicadas quando o nariz quente e seco também acompanha outros sintomas como: letargia, falta ou diminuição de apetite, vomito, diarréia, etc…

2.    Cães só enxergam em preto e branco…
Essa e uma lenda urbana muito comum. Cães não podem ver o mesma gama de cores que nós humanos devido a fisiologia dos seus olhos: Eles possuem somente duas células especializadas em seus olhos, chamadas cones (humanos possuem 3). Os cães enxergam azul, amarelo e suas combinações.

3.    Meu cão é feliz pois esta sempre abanando o rabo…
Na maioria das vezes um rabo abanando significa que o cão esta contente. Entretanto, especialmente em situações diferentes e possivelmente estressantes, a forma que seu cão move o rabo pode indicar que esta agitado, tenso, ansioso ou pronto para brigar. O rabo abanando pode ser o primeiro sinal de que algo esta errado.

4.    Meu cão esta com dor de barriga, por isso come grama…
Alguns cães adoram o gosto e a textura da grama. Se forem brotos novos e molhados, melhor ainda. Meus cães mesmo, comem grama como se fossem vacas! A grama ajuda a conduzir a comida pelo intestino e as vezes pelo caminho inverso (causando vomito).

5.    Castrar o cão quando filhote faz com que ele cresça menos…
Sim, é verdade que castração pode resultar em menos massa muscular e em uma cabeça e peito mais estreitos, entretanto o macho castrado desde filhote é tipicamente mais alto do que o não castrado. A testosterona age fechando o crescimento dos ossos longos, fazendo com que machos não castrados sejam geralmente mais baixos e mais compactos. A melhor solução é consultar o seu veterinário sobre a melhor época para castrar seu cão, pode haver variação dependendo da raça e do tamanho do cão. (Também considere as consequências muitas vezes indesejadas de não castrar seu cão)

6.    Dar alho para o cão evita pulgas…
Um estudo mostrou que dentre dois grupos de cães, um suplementado com alho e outro não, o grupo de cães que recebeu a suplementação acabou tendo mais pulgas do que o outro.
Quem diria… Pulgas gostam de alho!
Fale com seu veterinário antes de dar ao seu cão qualquer tipo de suplementação.

7.    Meu cão lambe seus machucados para ajudar a curá-los…
A língua dos cães é áspera e abrasiva. Isso pode ser muito bom para que se limpem mas lamber constantemente feridas, geralmente resulta em mais inflamação e cura mais lenta.
Lamber-se exageradamente é uma causa comum de diversos problemas dermatológicos.
Não deixe seu cão lamber feridas abertas ou pontos cirúrgicos e avise seu veterinário se seu cão estiver se lambendo incessantemente.

8.    A boca do cão é mais limpa que a do homem…
Ok, vamos considerar essa resposta antes de deixar seu cão lamber seu sorvete…
Humanos (pelo menos a maioria) limpam sua boca pelo menos uma ou duas vezes ao dia, cães se muito, recebem escovação infrequente (seja honesto!).
A boca dos humanos raramente entra em contato com bactérias externas; por outro lado cães…   bem…  digamos que bactérias na boca de um cão são mais a regra do que a exceção.  Adicione a isso o fato de que cães tem uma tendência natural de sempre que possível,  cheirar e comer lixo, comida estragada e fezes. Portanto, a boca do seu cão não é mais limpa que a sua.

9. Dar banho vai secar o pelo do meu cão…
Dar banhos com frequência e utilizando produtos impróprios podem sim secar a pele e o pelo do seu cão. Nunca dar banho no seu cão pode gerar acumulo de sujeira e bactérias que podem levar a problemas dermatológicos. Manter seu cão limpo é uma parte muito importante de se ter um cão, escovação frequente ajuda a manter seu cão limpo e com o pelo e pele saudáveis, só dar banho não adianta.

Outro problema dos banhos excessivos é o fato de que muitas vezes esses banhos são dados em pet shops onde secadores são utilizados podendo causar danos a pele do cão. Algumas raças precisam de limpeza e escovação diárias, especialmente se moram dentro de casa.

Banhos infelizmente tem sido utilizados como alternativa para não ter que escovar seu cão em casa. Aqui cabe um pouco de bom senso.
Fale com um veterinário (de preferência um que não tenha uma pet shop com banho) e pergunte quanto banho é bom e quanto banho é demais.

10. Cães podem passar pulga…
Não, e da mesma forma, cães não pegam piolhos de humanos. Isso porque piolhos e pulgas são específicos de espécies. Piolhos gostam de cabelo humano e pulgas gostam de pelo de cachorro.

Bibliografia:

http://dantedogworks.com.br/artigos/mitos_sobre_caes.html

 





Depressão Canina?? Leia!

20 12 2010

O que é depressão canina?

Nos cães, assim como nos humanos, a depressão pode estar associada a situações de estresse, perdas importantes. Pode estar relacionada também a fobias, ansiedade e a fatores fisiológicos.

Os cães que ficaram expostos por tempo prolongado a situações de grande estresse têm uma tendência maior a sofrer de depressão ou estado depressivo.

Algumas doenças graves podem também causar apatia, inapetência e levar a um falso diagnóstico de depressão.

O que causa a depressão canina?

Infelizmente ainda não foi possível detectar a maneira como um desses fatores leva o cão ao estado depressivo,  mas é sabido que alguns animais podem apresentar predisposição genética à doença.

Entre as causas mais freqüentes estão as mudanças súbitas de rotina, perdas afetivas por morte de um membro da família ou de outro animal que conviva na casa, chegada de um novo membro na família ou de outro animal na casa, experiências passadas traumáticas de maus tratos, solidão ou abandono.

Quais os sintomas da depressão canina?

Observa-se um importante isolamento social, apatia, falta de apetite, o animal deixa de fazer as suas necessidades fisiológicas no local de hábito, não se sente estimulado com brincadeiras que costumava apreciar, ignora as pessoas, até mesmo o dono. Busca os cantos da casa e fica isolado e às vezes deixa de responder ao chamado do dono, mesmo que seja para passear ou para realizar alguma outra atividade que adore fazer.

As doenças físicas podem causar a depressão?

Quando um cão está com a saúde debilitada, Pode passar por um período de apatia, desinteresse, o que não significa que esteja com depressão. Algumas doenças são muito debilitantes e comprometem seriamente o estado geral do animal, podendo causar desconforto físico e, em virtude disso, alterar o humor do cão. Traumas sérios como atropelamentos agressões por humanos e por outros cães ou cirurgias de grande porte, cirurgias ósseas, podem comprometer seriamente o estado geral do cão, provocando uma depressão que, normalmente é transitória.

Quais as doenças que tem como sinal importante a depressão?

Algumas doenças de causa endócrina (hormonal) podem apresentar como principal sintoma a depressão. O cão fica apático, abatido, desinteressado do ambiente à sua volta, sua temperatura corporal pode estar abaixo do normal e pode até mesmo apresentar arritmias cardíacas que poderão ser detectadas através de um eletrocardiograma.  Os exames de sangue para detecção do nível dos hormônios pode auxiliar no diagnóstico.

Algumas fêmeas podem apresentar comportamento depressivo na época do cio, devido a alterações hormonais. Esta alteração é geralmente transitória e dura cerca de dois meses.

Os cães idosos também estão mais propensos a apresentar depressão e são mais sensíveis às alterações de rotina que podem gerar estresse, ansiedade e alterações de humor.

Meu cão fica sozinho o dia todo. Ele pode apresentar depressão?

Se o seu cão foi criado desta forma e tem um temperamento equilibrado, ele tolera bem esse período de ausência. A maioria dos cães consegue lidar bem com o fato do dono se ausentar pó algumas horas. Eles costumam dormir, brincar com algum brinquedo que estimule a sua criatividade ou roer ossinhos de longa duração.

Alguns cães podem ser extremamente emocionalmente dependentes, e têm dificuldade em se separar do seu dono. Estes sofrem muito com a ausência e apresentam ansiedade e estresse. Muitas vezes não apresentam depressão, apenas ansiedade.

É da natureza do cão pedir atenção. Algumas raças são mais independentes e tranqüilas. As características individuais das raças devem pesar na escolha de um cão que se adapte ao seu estilo de vida.

Como tratar a depressão canina?

O primeiro passo é identificar a causa da doença. Após afastar-se as causas físicas (doenças, alterações hormonais, etc), é importante observar as situações de estresse, ansiedade, tristeza. Melhorar a qualidade de vida do seu grande amigo para que esteja em ambiente limpo, espaçoso, arejado émuito importante.

O tratamento pode incluir medicamentos como Prozac e algumas modificações no manejo com o cão.

Os florais de Bach têm sido utilizados com excelentes resultados em muitos casos.

Importante: Nunca dê nenhum tipo de medicamento ao seu cão sem a devida prescrição do médico veterinário!

Bibliografia:






Peixes Abissais – Dragonfish Deep Sea (Flagellibarba Grammatostomias)

20 12 2010

Dragonfish Deep Sea (Flagellibarba Grammatostomias)

dragonfish deep sea, às vezes conhecido como o dragonfish scaleless, é um predador feroz que habita as profundezas dos oceanos.

Ataque

O dragonfish pode usar a sua barba que produz luz, como uma isca de pesca. Por isso ao piscar e desligar, fazendo movimentos de frente e para trás, acredita-se que o dragonfish pode atrair a atenção de sua refeição em potencial. Uma vez que um peixe desavisado chega perto demais, ele é atracado em mandíbulas poderosas. Os dentes grandes ajudam a pegar a presa com força.

Características

Conhecido cientificamente como flagellibarba Grammatostomias, tem dentes extremamente grandes comparado ao tamanho do corpo. Apesar de sua aparência horrível, é um peixe pequeno, medindo apenas cerca de 6 polegadas (cerca de 15 centímetros) de comprimento. Existem várias espécies diferentes de dragonfish.

O dragonfish é uma das muitas espécies de peixes de águas profundas que podem produzir sua própria luz. O dragonfish tem uma cabeça grande e boca equipada com muitos dentes afiados. Ele também tem uma saliência muito conhecida como uma barba presa ao queixo. O dragonfish também tem fotóforos ao longo dos lados do seu corpo. Estes órgãos de luz pode ser usado para sinalizar as fêmeas de dragonfish durante o acasalamento. Eles também podem servir para atrair e desorientar a presa nas profundezas.

Alimentação

Se alimentam de pequenos peixes e crustáceos, bem como qualquer outra coisa que possa encontrar. Uma vez que muitas de suas presas também produzem a própria luz, o dragonfish evoluiu um método especial de permanecer escondido dos predadores após a sua refeição. As paredes do seu estômago são pretas para manter as luzes escondidas, enquanto a refeição é digerida.

Reprodução

Porque eles vivem em águas muito profundas, muito pouco se sabe sobre os hábitos de acasalamento do dragonfish.

Bibliografia:

http://www.seasky.org/deep-sea/dragonfish.html




Iemanjá, a Rainha do Mar. Já ouviu falar?

17 12 2010

***Oi gente! Com certeza alguém já ouviu falar da Rainha do Mar, quando vai á praia e muitas vezes de final de ano se vê pessoas jogando oferendas para o mar, no intuito de ofertar a Rainha. Eu mesma já ofertei uma rosa branca para Yemanjá, mas não sabendo o por que de tal atitude, apenas imitando as outras pessoas. Mas com minha curiosidade mórbida, rsrs fui atrás para conhecer a história da mãe do mar! Eu amoo as águas salgadas, a biodiversidade que existe dentro e a beleza e infinitude que Deus criou. É maravilhoso estar em contato com a água,  com algo tão imenso…e saber que nisso existe essa história linda! Leiam.


Algumas características da Rainha:

Dia: Sábado.

Data: 2 de fevereiro.

Metal: Prata e prateados.

Cor: Prata transparente, azul, verde água e branco.

Comid: Manjar branco, acaçá, peixe de água salgada, bolo de arroz, ebôya, ebô e vários tipos de furá.

Arquétipo dos seus filhos: Voluntarioso, fortes, rigorosos, protetores, caridosos, solidários em extremo, ingênuos, amigo, tímido, vaidosos com os cabelos principalmente, altivos, temperamentais, algumas vezes impetuosos e dominadores, e tem um certo medo do mar.

Símbolos: Abebé prateado, alfange, agadá, obé, peixe, couraça, adê, braceletes, e pulseiras.

Para os iorubás tradicionais e os seguidores de sua religião nas Américas, orixás são deuses que receberam de Olodumare ou Olorum, a incumbência de criar e governar o mundo, ficando cada um deles responsável por alguns aspectos da natureza e certas dimensões da vida em sociedade e da condição humana. Iemanjá, a senhora das grande águas, mãe dos deuses, dos homens e dos peixes, aquela que rege o equilíbrio emocional e a loucura, talvez o orixá mais conhecido no Brasil. É uma das mães primordiais e está presente em muitos mitos que falam da criação do mundo.

No Brasil, ganhou soberania dos mares e dos oceanos, regidos na África por Olocum, orixá esquecido no Brasil. Também no mar é Ajê Xalugá, de culto inexistente no Brasil, mas lembrada em candomblés que cultivam a busca de raízes culturais, antigo orixá regente da conquista da riqueza, da prosperidade material, dos negócios lucrativos. O culto a Iemanjá na África está associado ao rio Níger e pode ser observado no âmbito da celebração de divindades femininas primordiais, as Iá Mi Oxorongá, literalmente, nossas mães ancestrais, donas de todo conhecimento e senhoras do feitiço, representantes da ancestralidade feminina da humanidade, as nossas maãs feiticeiras, que entre nós são lembradas muito discretamente em ritos aos antepassados celebrados em velhos candomblés.

Em Salvador, ocorre anualmente, no dia 2 de Fevereiro, uma das maiores festas do país em homenagem à  Nossa Senhora dos Navegantes, a “Rainha do Mar” ( no Candomblé ). A celebração envolve milhares de pessoas que, trajadas de branco, saem em procissão até ao templo-mor, localizado próximo à foz do rio Vermelho, onde depositam variedades de oferendas, tais como espelhos, bijuterias, comidas, perfumes e toda sorte de agrados. Outra festa importante dedicada a Iemanjá ( na Umbanda ) ocorre durante a passagem de ano no Rio de Janeiro. Milhares de pessoas comparecem e depositam no mar oferendas para a divindade. A celebração também inclui o tradicional “banho de pipoca” e as sete ondas que os fiéis, ou até mesmo seguidores de outras religiões, pulam como forma de pedir sorte à Orixá. Então, o que está esperando? Faça o seu pedido e coloque no barquinho.

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Segundo a lenda, Olodumare-Olofim vivia só no Infinito, cercado apenas de fogo, chama e vapores, onde quase nem  podia caminhar. Cansado desse seu universo tenebroso, cansado de não ter com quem brigar, decidiu pôr fim àquela situação. Libertou as suas forças e a violência delas fez jorrar uma tormenta de águas. As águas debateram-se com rochas que nasciam e abriram no chão profundas e grandes cavidades. A água encheu as fendas ocas, fazendo-se mares e oceanos, em cujas profundezas Olocum foi habitar. Do que sobrou da inundação se fez a terra. Na superfície do mar, junto à terra, ali tomou seu reino Iemanjá, com suas algas e estrelas-do-mar, peixes, corais, conchas, madrepérolas. Ali nasceu Iemanjá em prata e azul, coroaca pelo arco-íris, mãe dos orixás, denominaram o fogo no fundo da Terra e o entregaram ao poder de Aganju, o mestre dos vulcões, por onde ainda respira o fogo aprisionado. O fogo se consumia na superfície do mundo eles apagaram e com suas cinzas Orixá Ocô fertilizou os campos, propiciando o nascimento das ervas, frutos, árvores, bosques, florestas, que foram dados aos cuidados de Ossaim. Nos lugares onde as cinzas foram escassas, nasceram os pântanos e nos pântanos, a peste, que foi doada pela mãe dos orixás ao filho Omulu. Iemanjá encantou-se com a Terra e a enfeitou com os rios, cascatas e lagoas. Assim surgiu Oxum, dona das águas doces. Quando tudo estava feito e cada natureza se encontrava na posse de um dos filhos de Iemanjá, Obatalá, respondendo diretamente às ordem de Olorum, criou o ser humano. E do ser humano povoou a Terra. E os orixás pelos humanos foram celebrados.

RITUAL DE YEMANJÁ

Para ser abençoado pela rainha do mar e atrair muito sucesso, vá até a praia num sábado e entregue nas águas um barquinho de isopor contendo algumas maçãs, uvas, um mamão, sete rosas brancas, um vidro de pergume de alfazema e um espelho. Junto das oferendas, coloque um papel com todos seus pedidos por escrito. Depois, abra uma champanhe e despeje o líquido por todo seu corpo, enquanto repete seus pedidos em voz alta. Por fim, lave-se nas águas do mar. Que  diferente esse ritual né? Porém na minha opnião, não é preciso ficar sujando o mar com essas tranqueiras. Eu vou no máximo ofertar rosas brancas! rsrs Isopor é muito prejudicial ao meio ambiente e essas tralhas também que vão dentro do barquinho, mas o que é fé não se discute! Mas se puderem, não sacrifiquem animais para ofertar Iemanjá em tais rituais, tenho certeza que a rainha vai trazer ondas de sucesso apenas a quem faz o bem a natureza! Mas uma coisa é certa: De uma possível tsunami agente não escapa! Infelizmente a natureza já aguentou o suficiente do ser humano e sua rebeldia…

Bjoss a todos!

Assista a um Belo Clipe da Cantora Deborah Blando sobre a Rainha do mar:

Bibliografia:

http://silnunesprof.blogspot.com/2010/02/iemanja-rainha-do-mar.html
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/fevereiro/dia-de-iemanja-7.php